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Zika Vírus e Problemas Oculares

Zika Vírus e Problemas Oculares

Em 2015, foram identificados os primeiros casos de microcefalia no Brasil. Microcefalia é o nome dado à malformação congênita que impede o desenvolvimento do cérebro dos bebês com perímetro cefálico inferior a 32 cm. De acordo com o Ministério da Saúde, essa malformação está relacionada ao zika vírus, infecção causada pelo vírus ZIKN, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, também transmissor da dengue e da febre chikungunya.   Recentemente, foi feita uma nova descoberta sobre a doença que identifica sua relação com problemas oculares. De acordo com pesquisas publicadas, a microcefalia e o zika vírus afetam a visão, a partir de alterações significativas na retina e no nervo óptico dos bebês. O comprometimento ainda precisa ser avaliado, porém acredita-se, pelo nível das lesões, que haverá uma perda significativa da visão em alguns destes pacientes. É importante, portanto, o acompanhamento multidisciplinar para casos de microcefalia, incluindo a presença do médico oftalmologista, a fim de prevenir, diagnosticar e tratar as doenças oculares, bem como estimular a visão e reabilitação dos pacientes.   Diante dessa triste constatação, torna-se ainda mais necessário o combate e mobilização contra os focos do mosquito Aedes aegypti. É necessário utilizar medidas de prevenção. O combate ao mosquito deve ser incansável e consciente, a partir de ações já disseminadas socialmente, tais como combater a água parada. Deve-se também, especialmente para as grávidas, usar roupas de mangas longas e calças compridas, além da utilização diária de repelente que contenha em sua composição uma das 3 substâncias: Icaridina, DEET e/ou IR 3535.     Entidades públicas, independentes ou coletivas têm se unido, criando ações de mobilização contra essas doenças. Faça também...
Glaucoma – O que é? Como tratar?

Glaucoma – O que é? Como tratar?

Glaucoma é uma neuropatia óptica, cujo principal fator de risco é o aumento da pressão intraocular, que provoca perda de fibras no nervo óptico e na retina, gerando lesões e comprometendo a visão. É a principal causa de cegueira irreversível no mundo em indivíduos com mais de 40 anos. Estima-se que metade das pessoas acometidas por glaucoma desconhecem o diagnóstico, porque apesar de crônica, a doença é silenciosa. Só se nota sua existência quando alcança proporções muito avançadas e com graves danos à visão. Costuma-se classificar o glaucoma como sendo agudo ou crônico. Casos de glaucoma agudo são emergenciais, com forte dor ocular, acompanhada de cefaleia e vômitos. Já no tipo crônico da doença, a pressão ocular desenvolve-se lenta e silenciosamente e, aos poucos, vai danificando a visão.   Quem deve estar mais atento: pessoas com mais de 60 anos, de origem afro-americana ou latina, orientais, casos de glaucoma na família e diabetes, devem consultar o oftalmologista com regularidade, porque possuem maior probabilidade de desenvolver o glaucoma. Embora a doença não tenha cura, pode ser tratada e estabilizada, quando diagnosticada precocemente.   Diagnóstico: feito através de exames oftalmológicos, como: avaliação do fundo do olho, tonometria, fundoscopia, gonioscopia, campimetria e tomografia de coerência óptica do nervo óptico, entre outros.   Tratamento: ocorre de acordo com o tipo do glaucoma e pode ser feito por colírios e pílulas ou através cirurgias. A maioria das pessoas com o glaucoma de ângulo aberto pode ser submetida a um tratamento bem-sucedido com colírios. Alguns deles agem drenando o humor aquoso, mais rápido, enquanto outros reduzem sua produção. Esses medicamentos devem ser usados diariamente. Quando...
DMRI (Prevenção)

DMRI (Prevenção)

Segundo a Associação Brasileira de Retina e Vítreo, a Degeneração Macular Relacionada à Idade acomete, aproximadamente, 30 milhões de pessoas no mundo e é uma das principais causas da cegueira na terceira idade. A DMRI é uma doença que afeta o funcionamento da mácula – a região mais nobre e central da retina, responsável pela visão nítida, detalhada e colorida. Existem dois tipos: a degeneração macular seca e a degeneração macular exsudativa. A primeira, mais comum e menos grave, evolui lentamente e pode causar perda parcial da visão. Já a segunda, pode ocasionar maior distorção da visão, até mesmo provocando vazamento de sangue ou soro na região macular. Realizar exames oftalmológicos de rotina, gerenciar doenças como diabetes e hipertensão, evitar o tabagismo, manter um peso saudável e fazer exercícios físicos regularmente, usar óculos com filtro solar adequado, são formas práticas de prevenção da DMRI. Aos maiores de 60 anos, é necessário também consultar o oftalmologista especialista em retina periodicamente. Além desses hábitos, a alimentação também é um fator preventivo da DMRI. De acordo com estudos do AREDS 2 (Age Related Eye Disease Study), uma dieta rica em luteína, zeaxantina, ômega-3, ácidos graxos essenciais e vitaminas antioxidantes pode de diminuir os riscos de perda da visão e o risco de progressão da doença.   Alguns alimentos podem colaborar para sua saúde ocular:   Dieta rica em vitamina E: avelã, amendoim, óleo de girassol, pistache, castanha-do-pará, abacate, trigo. Dieta rica em vitamina C: maçã, pimentão amarelo, morango, laranja, limão, kiwi, manga, melão, mamão papaia. Dieta rica em omega-3: peixes (sardinha e salmão), semente de linhaça, kiwi, nozes, amora....
Tecnologia para saúde ocular

Tecnologia para saúde ocular

A Eye Clinic investe incessantemente em novas tecnologias, pois acredita que um atendimento de qualidade aos seus pacientes é o melhor investimento. Aqui na Eye Clinic contamos com um aparelho que tem três funções principais: tomografia computadorizada, topografia corneana e biometria. É atualmente reconhecido no meio científico como o mais avançado equipamento para analisar a córnea em todas as suas camadas e superfícies anterior e posterior. O aparelho permite obter resultados mais completos e precisos quando comparado à topografia isoladamente. Sendo assim, ele é utilizado na avaliação e diagnóstico em: Cirurgia refrativa; Ceratocone; Catarata; Pré e pós-operatório de cirurgias oculares. Para mais informações converse com a nossa equipe...
Prevenção contra doenças oculares

Prevenção contra doenças oculares

Nossa rotina exige muito do nosso corpo. Estresse, má alimentação e hábitos não saudáveis infelizmente fazem parte do nosso mundo moderno, com isso, algumas doenças podem surgir. A hipertensão arterial, ou a famosa “pressão alta”, atinge 20% da população brasileira, e desse índice, 50% são obesos e pessoas com sobrepeso. Os sintomas da hipertensão costumam aparecer somente quando a pressão sobe muito: podem ocorrer dores no peito, dores de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.   Quando a pressão arterial for mal controlada e alta, alguns distúrbios oculares podem aparecer, como a retinopatia hipertensiva. Além das alterações permanentes na visão, a doença pode ocasionar o surgimento do glaucoma e crescimento de novos vasos anormais na retina. Os sintomas da retinopatia hipertensiva são constantemente relatados pelos pacientes com a descrição de pontos pretos, manchas escurecidas ou fios, que se assemelham à teias de aranha, observados quando o paciente olha para um céu claro ou uma parede branca.   O exame de oftalmoscopia (ou fundoscopia) é uma técnica de observação do fundo do olho, onde se pode ver a retina e outras estruturas internas. Ele é essencial na detecção da retinopatia hipertensiva, para que a doença seja diagnosticada precocemente. A fundoscopia também permite avaliar os danos, além de fornecer informações sobre a severidade da doença.   Consulte regularmente o seu oftalmologista para manter os seus olhos sempre...