Lasik com WaveFront
Introdução
Pré-requisitos
A causa do problema
Presbiopia
Sua prescrição
Técnicas utilizadas
Como é o LASIK
Após a Cirurgia
Possíveis complicações
 
Introdução  
WaveFront
Femtosegundo
Chiron Vision
LadarVision
   

A visão é, responsável por 75% de tudo o que percebemos. Algumas pessoas não necessitam qualquer tipo de correção óptica para enxergar. Entretanto, sabemos que 25% da população é míope e para focalizar melhoras imagens, existe a necessidade de correção óptica.

O nosso principal objetivo portanto, é oferecer opções de tratamento para milhões de pessoas que não enxergam devido aos erros refracionarios.

A Eye Clinic tem uma larga experiência em cirurgia refrativa, tendo realizado mais de 50.000 cirurgias refrativas, desde 1983, sob a supervisão do Dr. Walton Nosé.

 
A Cirurgia Refrativa pode trazer alguns benefícios à qualidade de vida, como:


1) Melhora da visão sem a inconveniência e limitações das lentes corretivas;
2) Aumento da independência;
3) Maiores oportunidades profissionais;
4) Aumento das possibilidades de lazer;
5) Aparência mais natural sem óculos;
6) Dirigir sem a obrigatoriedade do uso de lentes corretivas, entre outros.

 

 

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Pré-requisitos para ser candidato


Para ser candidato à cirurgia refrativa, você precisa ter:

1) Ter vontade;

2) Ter um erro refracional;

3) Ter a visão estável por 1 ano (pequenas flutuações não contra-indicam a cirurgia);

4) Não ter nenhuma patologia ocular ou sistêmica que atrapalhe a cirurgia (- avaliada individualmente em consulta;)

5) Não estar grávida

6) Compreender as limitações e os riscos da cirurgia.

 

 

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A causa do problema


Para formar a visão, podemos ver na figura 1, que existem duas lentes no nosso olho que convergem os raios luminosos para a imagem se formar na retina, no fundo do olho.

Estas lentes são 1º a córnea, mais externa e de maior poder de convergência, e a outra o cristalino, mais interna e de menor poder de convergência. Juntas focam cada ponto luminoso na retina, que por sua vez, envia reações químicas pelo nervo óptico, a imagem ao cérebro que as interpretará.

O olho precisa ser muito bem formado para a imagem (cada ponto luminoso) focar exatamente na retina.
Se o olho for um pouco mais curto ou mais longo, ou apresentar algum defeito de curvatura ou de transparência de suas lentes, a imagem não será focalizada na retina, e aparecerão os erros refracionais:

 
A Miopia acomete cerca de 25% da população e é o erro refracional mais comum.


Os míopes geralmente podem ver os objetos próximos, mas não podem ver claramente os objetos à distância.

Usualmente são olhos mais longos e/ou com córneas mais
curvas que o normal. Sendo assim, o foco de seu sistema de convergência (a córnea e o cristalino) se forma antes da retina, em algum ponto no meio do globo ocular. O olho do míope é, grosseiramente falando, focado para perto.


  Miopia
 
Usualmente o olho dos hipermétropes são mais curtos que o normal e/ou tem a córnea mais plana. Sendo assim, o foco se forma após a retina.


A visão de longe não é muito afetada por este erro refracional, pois forçando um pouco seu sistema de convergência o foco é recolocado na retina e a imagem melhora. Este poder de recolocar o foco na retina diminui com o envelhecimento e em graus mais altos. A visão para perto é a mais prejudicada, pois com os objetos mais próximos do olho, a imagem é formada
ainda mais para trás da retina.


  Hipermetropia
 
O Astigmatismo piora a visão tanto de longe quanto de perto, numa proporção direta com o tamanho do erro refracional. É causado geralmente por uma diferença entre as curvaturas da córnea.


Ao invés de ser esférica em sua porção mais central, uma córnea astigmata tem um eixo mais curvo que o outro.

Com duas curvaturas diferentes, assemelha-se a uma bola de futebol americano, comparando com uma córnea "normal" que se assemelha a uma bola de futebol. Ninguém tem uma córnea perfeita, mas o tamanho do defeito é que vai prejudicar mais ou menos a visão.

  Astigmatismo
 
Presbiopia


A Presbiopia ou popularmente chamada de "vista cansada" é um problema mundial de perda de foco para perto e para as distâncias intermediárias que afeta a maioria das pessoas ao redor dos 40 anos e vai se acentuando com o tempo.

Em um olho jovem, o cristalino é constituídos de fibras que ao sofrerem mais ou menos tração, com a ajuda de alguns músculos, consegue mudar o seu formato e curvatura, dando um maior ou menor poder de convergência, para o olhar de perto e de longe respectivamente. Com o envelhecimento normal do olho, o cristalino vai endurecendo e há uma formação contínua de fibras, sendo assim, ele vai perdendo o poder de mudar seu formato e curvatura, e gradualmente, vamos enxergando menos para perto.

Observação importante: O que acontece em um míope que se encontra na faixa etária da presbiopia e quer realizar uma cirurgia refrativa, estando com todos os exames normais?

R- Um míope présbita, com o passar dos anos, prefere olhar para perto sem os óculos, que lhe conferem boa visão para longe. Lógico, o olho do míope está focado para perto, e com o estabelecimento da presbiopia ele vai ler melhor sem óculos.
Quando for operado da miopia, ele vai enxergar bem para longe, porém como uma pessoa de sua idade para perto, ou seja, se for um jovem enxergará bem, se for um présbita enxergará um pouco pior para perto. Com esta tecnologia toda, a cirurgia refrativa é para a correção visual de longe, mas há outras alternativas para contornar este fato, que são individualizadas para cada tipo de paciente e pode ser melhor explicado numa consulta médica.
A cirurgia para presbiopia, em casos selecionados, já está sendo realizanda em nossa Clínica.

 
 
Entenda sua prescrição
 
 
 
Classificação dos erros refracionários
       
  Baixo Moderado alto
Miopia -1.0 a -3.0 -3.0 a -6.0 > -6.0
Hipermetropia +1.0 a +3.0 +3.0 a +6.0 > +6.0
Astigmatismo < -1.0 -1.0 a -3.0 > -3.0
 

O Gráfico abaixo mostra as técnicas cirúrgicas utilizadas na EYE CLINIC dependendo do erro refracional e do exame oftalmológico completo.

Uma consulta com nossa equipe médica confirmará se é ou não possível a cirurgia e qual a técnica a ser utilizada.

 
 
Em alguns casos mais de um procedimento precisa ser utilizado.
 
 
Como é o LASIK


Lasik ou Laser In Situ Keratomileusis é uma cirurgia a laser para correção dos erros refracionais (miopia, astigmatismo e hipermetropia), proveniente da técnica descrita por Barraquer, na Colômbia, como ceratomileusis, na década de 50 e vem se aperfeiçoando desde então.

Primeiramente é instilado algumas gotas de colírio anestésico nos olhos a serem operados. O paciente ao entrar na sala se deita em uma cama acoplada ao aparelho. Em seguida é colocado um tampão em um dos olhos (o que não será operado neste primeiro momento) e um adesivo, no olho a ser operado, para a manutenção do olho aberto. Feito isto, o cirurgião criará um FLAP da córnea.

Isto é realizado com um aparelho automático preciso chamado microceratótomo, que após manter o olho imóvel com vácuo realiza um micro corte pediculado de aproximadamente 1/4 a 1/3 da córnea. Cria-se um FLAP que é levantado para atuação do laser na porção imediatamente abaixo dele.

Neste momento importante, o cirurgião posiciona o paciente na "mira" do Laser, devendo o paciente ficar olhando firmemente em um "borrão" vermelho que estará à sua frente até o fim da cirurgia, com os dois olhos normalmente abertos.

 
O Laser atua da seguinte forma, de uma maneira geral:

Para a correção da MIOPIA o Laser retira tecido da porção central da córnea, aplanando-a nesta região. Isto implicará numa diminuição do poder de convergência da córnea, empurrando o foco em direção da retina.

Para a correção da HIPERMETROPIA, o Laser retira tecido na periferia da córnea, aumentando sua curvatura final. Isto implicará num aumento do poder de convergência da córnea, trazendo o foco para a retina.

Para a correção do ASTIGMATISMO, o Laser
remove tecido em determinadas áreas para
igualar as curvaturas corneanas.

Após a rápida atuação do Laser, o cirurgião lava delicadamente o flap e a área onde o Laser atuou, em seguida reposiciona o flap que "cola" sozinho e demora em média 6 meses para a cicatrização completa. Para cada olho a cirurgia dura em média 7minutos.

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PRK


De uma maneira geral o PRK é semelhante ao Lasik, exceto pela necessidade de criação de um flap da córnea. Nesta técnica, faz-se uma raspagem da primeira camada da córnea, o epitélio, e em seguida aplica-se o laser. Ao final da cirurgia, coloca-se uma lente de contato terapêutica.

 
 
Após a Cirurgia


A recuperação visual é freqüentemente rápida após o LASIK, sendo um pouco mais demorada no PRK. Em um ou dois dias a grande maioria dos pacientes submetidos ao Lasik enxergam bem. A recuperação visual depende entre outras coisas da cicatrização corneana, do seguimento das orientações médicas, da cooperação do paciente durante o procedimento e do tamanho do erro refracional. Quanto maior for o grau, um pouco mais demorada será a recuperação visual. Em geral, míopes se recuperam mais rapidamente que hipermétropes e, pacientes sem ou com astigmatismo pequenos também se reabilitam mais rapidamente que os portadores de graus moderados e altos.

Na imensa maioria dos casos o paciente vai para casa sem nenhum tipo de tampão, em pouquíssimos casos de Lasik é necessário o uso de uma lente de contato terapêutica para uma maior segurança no pós operatório, que é geralmente retirado no 2º ou 3º dia de pós operatório. O paciente utilizará alguns colírios de antibiótico e anti-inflamatórios por em geral 10 dias. No PRK a lente de contato terapêutica poderá ser necessária por mais uma semana, e aos colírios, por mais de 30 dias. É necessário a utilização de óculos escuros com proteção ultravioleta em ambientes externos, até a cicatrização completa da córnea. Outras recomendações médicas serão entregues por escrito no fim da cirurgia.

Os efeitos colaterais são na sua grande maioria relacionados a lacrimejamento, sensibilidade à luz aumentada, ressecamento ocular discreto, ardor e sensação de areia nos olhos que duram em média 5 horas. Uma diminuição da acuidade visual em ambientes mais escuros e a visão de halos ao redor das luzes, podem ocorrer e estão mais relacionados a pacientes que possuam uma pupila maior que o da população em geral e em pacientes com altos erros refracionais.

Os retornos se darão no 1º, 7º, 30º dias pós operatório, salvo alguns casos especiais, e em seguida será de acordo com a avaliação médica especializada.

 
 
Possíveis Complicações


LASIK é um procedimento conhecido mundialmente pela sua eficácia, segurança e previsibilidade. Entretanto, existem riscos presumidos, estatisticamente comprovados em literatura mundial especializada. Entre os principais estão:

 
1) GRAU RESIDUAL (1-8 % dependendo do erro refracional)


Em alguns casos como erros refracionais altos, não cooperação durante a cirurgia, não seguimento das orientações médicas, defeitos de cicatrização apesar do seguimento das orientações médicas entre outras causas, pode ocorrer um grau residual que freqüentemente é muito menor que o preexistente e pode ser tratado no futuro, geralmente com um retoque a Laser.

 
2) INFECÇÃO (< 1% )


A infecção é possível em qualquer procedimento cirúrgico, até mesmo em pequenos cortes que sofremos na pele, e dependendo do procedimento, a incidência é maior ou menor.

Neste tipo de cirurgia podemos dizer que é rara, porém é em geral grave, e precisa ser diagnosticada e tratada precocemente para uma melhor recuperação visual.

 
3) RELACIONADAS À CONFECÇÃO DO FLAP (< 2% )


Olhos com formato muito diferente, fronte proeminente, não cooperação do paciente, e dependedo do microceratótomo e da habilidade e experiência do cirurgião são os principais fatores neste tipo de complicação.

A grande maioria das dificuldades encontradas na confecção do FLAP são resolvidas com pequenos ajustes intra operatórios.

Neste tipo de complicação o microceratótomo pode, por diversos fatores, confeccionar um FLAP incompleto ou total (sem pedículo ), e dependendo do que acontecer neste momento, o cirurgião poderá continuar normalmente a cirurgia ou abortar a aplicação do Laser, reposicionar o FLAP, colocar uma lente de contato terapêutica por alguns dias, esperar a cicatrização (em média 2 meses) e realizar a cirurgia normalmente.

 
4) CRESCIMENTO EPITELIAL NA INTERFACE (< 2% )


Células epiteliais podem migrar pelas incisões do FLAP para a interface, ou seja, logo abaixo do FLAP, ocasionando alguns problemas que podem diminuir a acuidade visual.
Este tipo de complicação é mais comum em pacientes que realizaram LASIK e que já se submeteram, previamente, à ceratotomia radial, uma técnica cirúrgica mais antiga para correção de erros refracionais através de cortes corneanos.

 
5) DOBRAS NO FLAP (< 1% )


Ocasionalmente podem ocorrer dobras ou enrugamento do FLAP durante o processo de cicatrização. Em poucos casos, é necessário um novo reposicionamento do FLAP. O cirurgião levanta novamente o FLAP com um espátula e o reposiciona.

 
6) INFLAMAÇÃO DA INTERFACE (< 1% )

Na maioria dos procedimentos de LASIK há um processo de inflamação da interface, que é normal como parte de um processo de cicatrização qualquer do corpo humano. Esta inflamação é usualmente auto-limitada e controlada com colírios prescritos. Alguns pacientes apresentam um aumento desta inflamação e precisam de um acompanhamento mais de perto, podendo este processo interferir no resultado cirúrgico final.

 

 
 
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